O que tenho visto & outros recados

Hello everyone!

Ao contrário do formato tradicional dos meus posts, decidi experimentar uma abordagem mais descontraída, mais rápida de elaborar menos exagerada em ~perfeccionismos~ meus, que é um dos meus maiores impedimentos ao postar uma resenha logo; insisto ao máximo em querer escrever o melhor texto possível (aka “agora vou ter que rejogar isso aqui pra anotar as nuances”) ou, do contrário, fico com a sensação de que fui, digamos, “negligente” demais.

Enfim, sobre os recados: Recentemente fui convidada para escrever no Supernovo.net e é a terceira vez que participo de um site ou blog que não é meu. Está sendo a melhor experiência dos três porque tenho tanta liberdade pra escrever e publicar quanto aqui. Lá, publiquei versões revisadas de alguns reviews (The Longest Journey, Shadowrun Returns e de Eidolon), mas sem graaandes diferenças pra quem já as viu.

A maior atração mesmo é a Breve História do Sexo nos Videogames, uma série de artigos que comecei no Alvanista. Deem um pulo lá, tem uma penca de coisa pra ler! \o\ Não tenho previsão de quando vai sair a segunda parte; até o momento, parei numa parte que fala sobre a ascensão dos jogos em FMV.

E falando do Alvanista, lá fiz uma pseudo-resenha d’O Grande Fora da Lei, livro de David Kushner sobre a franquia GTA e a Rockstar. E sim, pelo lado mais ‘sketchy’, sabe-se lá quando o publicarei por aqui…

Por último, já tem um tempo que comecei a usar o esquema de curadoria do Steam especialmente pra recomendar títulos que ainda não comentei aqui. Conseguir escrever um texto minimamente relevante com tão poucos caracteres à disposição é um desafio pra verborrágica que vos fala, mas creio ter indo bem até então.

O que tenho jogado

fahrenheit indigo prophecy screenshotFahrenheit: Indigo Prophecy Remastered. Cheguei ao final nos últimos dias depois de tanto tempo que comecei e até agora ainda estou inconformada com a maneira que o jogo só degringolou cada vez mais e afundando com mais força no fundo do poço. Um título que começa TÃO bem e de um jeito tão instigante, cheio de suspense e investigação por dois policiais contrastantes de personalidade termina como um frenético carnaval de conspirações, maias, poderes dignos de um Sayajin… sem falar dos QTEs incessantes e profundamente irritantes de executar. Talvez tenha resenha mais pra frente.

Painters Guild. Mais especificamente a versão beta. Esse sim terá um pequeno review lá pela data de lançamento (previsto para setembro), então o que posso comentar a respeito agora é que o jogo é um simulador com microgerenciamento no qual encarnamos pintores hipotéticos da época renascentista. E já está no Steam.

Shadowrun: Hong Kong. Um raro caso de jogo que comprei na pre-order e só porque estava relativamente mais barato no Steam do que no Kickstarter – e tudo porque caí de amores por Dragonfall, outro jogo que PRECISO revê-lo e resenhá-lo por aqui. Mas e o backlog…? Argh!

Anyway, do bem pouco que vi, minha maior crítica talvez seja o fato de que os personagens estão falando mais do que a boca. É verdade que os cRPG’s anteriores da série já tinham paredes de texto até o talo, mas só nesse início ficou a sensação de que os escritores não souberam dosar o prolixismo que, por sua vez, atrapalha o ritmo da ação e chega a soar meio forçado pelas circunstâncias. Ou talvez eu só esteja com menos paciência de ler inglês intrincado num vocabulário que sequer compreendo direito.

O que tenho lido

newpop_metropolisOs inovadores, por Walter Isaacson. Só soube dele graças à resenha do Manual do Usuário (recomendo o site todo, aliás, mesmo se você for meio indiferente às parafernálias tecnológicas mais recentes como eu). Por ora li até a parte que fala do IBM PC e, fora um eventual linguajar pouco amigável pra quem lembra porríssimas de matemática, é uma leitura gostosa de acompanhar.

Metrópolis, por Osamu Tezuka. Um mangá bastante antigo de ficção científica em que a única inspiração direta vindo do filme de 1927 foi o pôster. Já tem tempo que quero assistir a animação baseada no mangá e torço bastante de que ele seja melhor em comparação ao original. Sim, achei Metrópolis horrível no seu todo. Extremamente datado (meio inevitável, eu sei), com um ritmo confuso e desenvolvimento meio meh. Por ser do “deus do mangá”, acabei exagerando nas expectativas mesmo tendo desgostado de A Princesa e o Cavaleiro, o qual li há uns quatro anos.

A Newsletter da Aline Valek. A última edição foi particularmente ótima, até porque é difícil não se identificar com a parte dos blogs individuais estarem perdendo força paulatinamente. Recomendo também a edição “Planeta SBT“.

The Silencing of the Deaf. É um texto bem grande que ainda estou lendo no Kindle, mas em suma, ele conta sobre uma família cuja filha nasceu surda e, a partir disso, discute sobre o quão certo ou não é colocar um implante na garota, já que fazer isso a impediria de participar da comunidade e cultura Surdas. Como tenho uma matéria de LIBRAS neste semestre, esse é um assunto no qual estou mergulhando cada vez mais e aprender que tal cultura existe, cheia de nuances incompreensíveis para a maioria dos ouvintes, é simplesmente fascinante.

Vendo Vozes, por Oliver Sacks. Esse é um livro que descobri por acaso e comecei a ler mais por acreditar que serviria pro meu TCC – que aborda Educação Especial – e estou gostando bastante do que li até agora.

O que acharam do formato? Vocês leriam uma segunda edição? Comentem aí!

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