Minha história como jogadora

– CRY SOME MOooooOoOoRE!!11!!!1!1

Apesar da minha experiência no mundo dos games não ser lá essas coisas, fiquei matutando pouco e concluí que (talvez) seja interessante (ou não) contar um pouco do processo que me levou a chegar onde estou agora, apesar de já ter dito algumas coisinhas nos posts anteriores.

A lembrança mais antiga que consigo ter no momento é quando tinha cerca de 7, 8 anos. Um dos meus primos, ligeiramente mais novo que eu, tinha um Polystation, que apesar de já ter visto várias críticas sobre ele por aí, eu provavelmente não veria tanta graça nos jogos de 8 bits se não fosse por esse contato. Tenho uma vaga lembrança de já ter jogado num Super Nintendo graças a uns amigos que eu e minha irmã tínhamos no mesmo bairro, e só lembro de dois jogos: Street Fighter e Yu-gi-oh! (não me pergunte o nome, nunca descobri). Mas o impacto não foi tão grande em comparação ao tempo que ficamos com o Poly dele emprestado por alguns anos, até os controles pararem de funcionar (bem, era tudo xing ling mesmo, não que soubéssemos disso na época) e o coitado ficar encostado até ser jogado fora.

Entre esses jogos que mais marcaram, fiz duas listas há um tempo falando sobre o que lembro quando jogava.

Eu tinha uma amiga de infância na quarta série dona de um N64 edição especial com o Pikachu estampado. Só de lembrar fico com inveja… lembro que ela tinha Super Mario 64, Yoshi Story e um jogo em que você é uma entregadora de jornais. Desconfio que ela tinha um NES também, pois foi lá que joguei aquele “pré-Super Mario” (sempre esquecia que não dava pra pular nos bichos direto).

Perto de casa, ainda existe uma locadora que, há vários anos, também disponibilizava vários jogos e, inclusive, tinha um PS2 num cantinho. Só lembro de ter jogado alguma versão do Crash Bandicoot. Tinha uma loja exclusiva de jogos que também dava pra jogar no local, mas ficava muito longe de casa e só pude botar as mãozinhas de novo no PS2 quando eles expandiram temporariamente no centro da cidade. Foi lá que joguei Inuyasha: Feudal Combat.

Nesse meio tempo, alguns dos jogos que conheci entre meus 11~14 anos também ganharam uma lista. Tenho quase certeza que os primeiros jogos de PC que conheci foram os nativos do Win95, e posteriormente alguns que experimentava na lan house de um jeito desajeitado, já que não entendia os textos. Alguns jogos como Vampire e Dungeon Siege eu ficava sabendo pela minha irmã, que geralmente conhecia muita coisa por amigos/namorados da época. Inclusive, ela aprendeu a jogar RPG de mesa e como não tinha a mínima noção de como era, acabei não me juntando ao grupo (me arrependo até hoje disso).

Em relação aos consoles, além dos já citados, cheguei a ter uma brevíssima experiência com o Xbox360 jogando Street Fighter IV ano retrasado e outra com o PS2 emprestado do meu ex, tentando jogar um pouquinho de God of War, Castlevania, Okami, Harry Potter qualquer-coisa e Persona ano passado. Também não durou mais do que alguns dias e percebi ter uma coordenação motora horrível pra jogar com joystick (e minha mão ficava suando, pra variar). Ah sim, lembro de ter brincado um pouco com o Kinect quando fui pro Pira Anime Fest do ano passado, com Just Dance. Tirando o ~constrangimento básico~ em dançar na frente de um monte de gente, a experiência foi divertida.

Desconsiderando essas pequenas exceções, sempre fui jogadora de PC, e foi somente a partir do ano passado que pude experimentar jogos mais recentes, a começar por Portal. O CPU da máquina antiga era ruim demais pra rodar a maioria das coisas que eu queria. Então não faz mais do que uns 2 ou 3 anos, no máximo, que comecei a me dedicar bem mais nos jogos e me aprofundar na sua estrutura, clichês, inovações, comportamentos da comunidade e por aí vai.

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9 comentários sobre “Minha história como jogadora

  1. Taí, você teve experiências bacanas com os games! Eu não fui tão sortudo quanto você e a maior parte dos jogos que conheci foram os feitos pra PC, deixando de conhecer consoles como o saudoso SNES ou o Nintendo 64. Mas me lembro que certa vez cabulei aula pra ir jogar Playstation numa locadora, convidado por um moleque que estudava comigo na quinta série. O game jogado foi um lá de aviões – nem joguei direito, mas foi bacana.

    Que a sua cultura “gamística” seja cada vez mais ampliada e um dia você se torne redatora de revista/site especializado em jogos eletrônicos! Quem sabe, né… Que tem potencial pra isso, tem. : )

    • caramba hein 😄 redatora de revista? acho difícil, principalmente por ter uma opinião e foco tão divergentes do lugar-comum (aka o que já foi estabelecido na cultura) que sinceramente não acredito que seria lá muito bem-vinda a princípio. mas quem sabe um dia…

      • Bom, pensando assim, né… Colaboradores, redatores e coisa e tal são como jornalistas, então precisam ter uma certa imparcialidade na hora de dar suas opiniões. Em um blog mais pessoal como o seu, isso não é tão necessário. Mas como a mestra Fantoni pensará futuramente? Veremos… 😄

        • Ué, mas desde quando é obrigatório ser imparcial pra tudo nesse contexto? Aliás, do que adianta partir pra parcialidade pros temas que eu abordo (em maior ou menor grau)? Se for assim, eu prefiro nem fazer, é como cair (de novo) no lugar-comum.

          • OK, OK, eu quis dizer que em um blog pessoal como o seu não há a necessidade da imparcialidade. Agora, trabalhando pra um site ou revista especializados as coisas são diferentes, e aí uma certa imparcialidade é necessária na hora de avaliar jogos, dar notas e tudo mais. Claro que você sabe disso. E com relação ao modo como você pode passar a pensar futuramente sobre o mundo dos games e também da forma como o tratará em seus textos, já é uma questão sua. Se não quiser cair no “lugar-comum”… Que seja! Você não estaria errada, afinal.

            • “trabalhando” acho pouco provável, seria mais fácil acreditar que poderia participar de algum blog coletivo que (supostamente) não teria fins lucrativos. aí até acho que vá lá, mas definitivamente não me vejo ganhando dinheiro numa área dessas.

              Na boa velho, como eu já disse, não vejo nenhuma vantagem em ser imparcial com os temas que eu abordo aqui, analisar jogos dessa maneira qualquer zé mané faz.

  2. Poxa, eu cresci jogando Super Nintendo e Nintendo 64. Esses foram os dois primeiros (e únicos) consoles que eu tive, mas antes de ter meu Super Nintendo eu jogava Atari e achava fantástico. Também joguei muito Playstation 1, 2 e PC (adorava Dungeon Siege e GTA Vice City).

    Também joguei um pouco Game Cubo, Dreamcast e o primeiro Xbox, sempre na casa de amigos/as. Queria muito comprar um Xbox-360 ou um PS3, mas era muuuito caro, então esses eu só joguei na casa de amigos também, incluindo aí o Nitendo Wii.

    Bom, esse ano uma amiga do Japão veio pra SP e me presenteou com um PSP! Alegria máxima! Então PSP é a única coisa que jogo agora. Gosto bastante do Nintendo3DS, mas é muito caro e não tenho coragem de comprar. Já o PS Vita eu nunca joguei, mas parece muito bom!

    Enfim, acabei falando muito, mas era só pra mostrar que me identifico com a sua história pelo mundo dos games.

    Abraço!

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