Comentando: Lucky Star

Konata, a protagonista do anime, em um cosplay de Haruhi, de "Suzumiya Haruhi no Yuutsu", outro anime/mangá/whatever citado algumas vezes durante os episódios. Animeception? Isso é só a ponta do iceberg.

Faz algum tempo que parei totalmente de assistir animes. Não que eu tivesse parado de gostar deles de maneira propriamente dita, apenas perdi o saco de acompanhar, igual o curto período em que acompanhei algumas séries. O ápice das minhas otakices durou mais ou menos entre 2006~2009. Comprava vários mangás também, mas com a grana curta, acabei parando. De 2009 pra cá, tenho focado mais nos jogos, como podem ver pelo blog.

Mas aí eu acabo caindo nesse post do Nerd Somos Nozes e não resisti. Tinha que ver esse bendito anime, que nem é tão novo assim; e pra minha sorte, é bem curto: 24 episódios e um OVA.

Pois bem, Lucky Star não possui uma narrativa linear, diferente de boa parte dos animes. O que vimos durante todos os episódios é a vida de quatro estudantes: a otaku gamer Konata, a intelectual de óculos Miyuki (que corresponde ao clichê de gostosa inocente), a bobinha Tsukasa e sua irmã com características de Tsundere, Kagami. E para vocês terem ideia do quão aleatório Lucky Star consegue ser, no primeiro episódio temos uma discussão de como se come corretamente um cone de chocolate. Tem vezes em que Miyuki responde perguntas como a origem de nome para coquetel ou porque o cabelo fica mais frágil quando você vai na praia. Mas a minha parte favorita é, de longe, a personalidade da Konata. Ela adora trollar especialmente Kagami, já que ela se irrita facilmente, e as homenagens à jogos e a linguagem usada neles (em especial de MMORPG) são hilárias. Já apareceu até cena de jogo de luta genérico em 3D. Ah sim, temos o bônus de revistas e eventos de verdade fazerem parte da vida de Konata (sem falar nas suas comparações do que acontece nos animes com a vida real).

Tente responder da maneira mais séria possível: COMO NÃO AMAR?

Tudo bem que essas homenagens são meio que secundárias se formos comparar com as referências a outros animes, inclusive de coisas dos anos 80 ou mesmo antes. São muitas, sério. As poucas que eu reconheço de cara tem a ver com Suzumiya Haruhi no Yuutsu, provavelmente o anime com a produção mais recente que acompanhei, um ano depois do lançamento. Mas às vezes o anime vai além: tem até uma cena em que Konata imita um comercial de xampu antigo! Pior que é engraçadinho mesmo. E olha que eu nem cheguei na metade do anime, tem muito pra ver ainda.

Bem, se você curte animes nonsense para desligar o cérebro e dar algumas boas risadas, Lucky Star é pra você. Aproveite antes que chegue o apocalipse digital para destruir nossos sonhos.

Update: Refazendo a pergunta do gif agora que estou assistindo o 13º episódio: TEM COMO NÃO AMAR ISSO??

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