Comentando: Jogos Indies

RUN BABY, RUN!

Não faço ideia de quando os jogos independentes começaram a surgir e se popularizaram. Mas é bacana ver de como é possível encontrar jogos incríveis e bem-feitos nesse meio. Como eu decidi comprar o mais novo Humble Indie Bundle, conheci bastante coisa, algumas ótimas e outras nem tanto. Vou falar um pouco sobre o que eu joguei até agora.

1) BIT.TRIP RUNNER: Um dos jogos mais simpáticos do pacote. No começo eu pensei que os controles se resumiriam em pular, já que é dessa forma que você começa nas primeiras fases. Mas não demorou muito e já aprendi mais dois: abaixar e chutar. Mas não é um de cada dependendo da fase, você tem que aprender a sincronizar os movimentos à medida que progride no jogo. Ele também é um jogo difícil, pois apesar das fases serem curtas, basta errar um mísero comando que você é obrigado a começar tudo de novo. Esqueça os checkpoints.

Outra coisa que adorei no jogo, foi o visual. O 3D pixelado foi simplesmente genial, sem falar na musiquinha, que corresponde aos seus movimentos corretos no jogo. Juntos, eles formam um ambiente alegrinho e agradável. Ótima opção para os jogadores casuais.

2) Braid: Esse infelizmente não veio no pacote, mas sendo indie, tá valendo. A estrutura básica do jogo é parecida com a de Mario (side-scrolling mais a divisão de fases em mundos), com principal diferença de você poder controlar o tempo. Ele é excelente no visual colorido e na música, mas eu tô apanhando bastante nele. Em cada mundo você deve usar o tempo de uma maneira diferente para resolver os puzzles e juntar as partes de alguns quebra-cabeças, mas mesmo nos mundos mais fáceis, tem peças que são impossíveis de pegar. Dessa forma, você tem a liberdade de voltar para determinada fase quantas vezes quiser.

3) VVVVVV: A primeira vez que eu vi esse título, só pensei em um grande WTF. Depois de conhecer o jogo um pouco melhor, você entende o porquê. Esse eu ainda estou beeeem no começo, e apesar do visual de 8 bits extremamente enxuto e uma história meio sem graça, ainda não me arrependi de comprá-lo.

4) Super Meat Boy: Aparentemente um dos indies recentes mais famosos entre os usuários, é outro jogo que só passei em uma meia dúzia de fases até agora. Pois bem, eu sinceramente não entendi o que tem tem de tão incrível nele. É um jogo simpático, mas nada que me encheu os olhos. O que mais me incomodou nele, foram os controles. Apertar Ctrl+Space+setas do teclado meio que ao mesmo tempo para sair pulando em paredes altas ou não morrer triturado está sendo chatinho de fazer. Mas só.

5) Beat Hazard: Esse eu já conhecia desde o começo do ano, mais ou menos, e provavelmente foi o primeiro indie que eu tive contato. Nele, você enfrenta hordas de naves e bosses baseados nas músicas que você escolhe. Quanto mais agitada for a música, mais forte é o seu ataque e dos inimigos, e vice-versa para músicas mais tranquilas. Além disso, você se sente como se tivesse consumido dorgas pesadas, por causa do visual psicodélico do jogo. É uma bela maneira de testar o limite da sua atenção diante de tantas luzes piscando loucamente na sua cara.

6) Crayon Physics Deluxe: Esse é um jogo que tem uma proposta parecida com Max and the Magic Marker (que veio depois). Você resolve puzzles no cenário desenhando linhas, quadrados, círculos e por aí vai. No começo é bem fácil. O jogo também tem uma musiquinha agradável, e o visual infantil dá um pouco de nostalgia. É uma boa opção para relaxar.

7) BIT.TRIP BEAT: Muito, MUITO pior do que BIT.TRIP RUNNER, no quesito dificuldade. Nele, você tem uma barrinha para refletir as linhas e bolinhas que aparecem rapidamente na tela, durante alguns minutos. Quando você não reflete alguma coisa, uma barra embaixo da tela vai sendo consumida, e quando ela acaba, você tem uma última chance para refletir um mínimo antes de não dar game over e continuar. Uma outra barra, colocada em cima, é consumida à medida que você reflete os elementos, que vai mudando um pouco o cenário e a musiquinha. Apesar de difícil, é bem bacana.

Continuarei a lista depois que tiver experiência suficiente com o que ficou pendente.

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Um comentário sobre “Comentando: Jogos Indies

  1. Pingback: Torrando uma grana com conteúdos indies « Colchões do Pântano

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