Comentando: The Final Hours of Portal 2

Atlas, um dos robôs do modo coop e possível filho do Marvin.

Se por um lado eu já “conhecia” inconscientemente a Valve quando era mais nova, foi praticamente esse ano em que eu pude ter um contato real e profundo com os jogos dela. Sei que soa exagero dizer isso, mas não consigo pensar em outra coisa quando penso na série Portal.

Apesar de Portal estar aí desde 2007, minha antiga máquina era ruim demais para rodá-lo. Como eu tenho uma memória péssima, não consigo lembrar como ou quem me apresentou o jogo. Só lembro do quanto me sentia desajeitada jogando em primeira pessoa e da frequência que pesquisei por vídeos das fases que não conseguia passar. Parece que tal atitude soa vergonhoso para os “gamers hardcore” (uma definição bastante relativa, aliás), mas eu escrevo aqui na maior cara dura que só zerei o primeiro jogo com walkthroughs mesmo e foda-se.

Rostinho simpático de Gabe Newell, fundador da Valve, essa empresa foda

Ok, agora falando realmente do ebook, do qual está disponível no Steam por dois dólares (uma bagatela, a julgar pela interatividade e pelo generoso conteúdo). Meu lado fangirl me convenceu não só a comprá-lo, como também em traduzi-lo. Na raça. Digo isso porque meu inglês é absurdamente mínimo e boa parte do que eu sei, aprendi com jogos e legendas de filmes e séries (na pronúncia, nem se fala). Então o processo está sendo bem demorado, difícil e cansativo, principalmente pelo excesso de informalidade, de modo que nem sempre eu encontre a melhor tradução para o contexto. Provavelmente um revisor me xingaria bastante se for comparar o texto original com a minha tradução. Mas está valendo a pena.

O ebook, inicialmente, conta a história de várias pessoas envolvidas com a criação final da série, antes e depois de começarem a trabalhar na Valve. Sem dúvida são informações interessantes de se ver, mas eu esperava que a primeira coisa apresentada logo de primeira no ebook fosse sobre as versões iniciais de Portal. Alguns detalhes até são explicados aqui e ali, mas por ora, nada muito aprofundado. Além disso, devo dizer que estranhei ver nas primeiras páginas textos explicando o que é Portal 2 e como funciona. Quero dizer, eu me arrisco a dizer que um material desses só interessaria de verdade pessoas que já estão familiarizadas com o jogo, então uma explicação dessas é bastante dispensável.

No momento, estou no início do quarto capítulo, do total de 14, e pretendo disponibilizar em forma de PDF pra gallere quando estiver pronto. Ajuda é sempre bem-vinda.

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Um comentário sobre “Comentando: The Final Hours of Portal 2

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